domingo, 29 de setembro de 2019

4⁰ Dia – 29 SET – Serra da Canastra (parte baixa)


Deixamos Capitólio para trás e seguimos para a Serra da Canastra. Nossa base será a cidade de São Roque de Minas, que fica a 105 km do nosso hotel em Capitólio, mas já aproveitamos o deslocamento para conhecer a parte baixa do Parque e suas atrações.

Saímos do hotel por volta das 9:30 na direção de Piumhi em estrada asfaltada, porém logo depois de Campinópolis, ao sair da MG-341 acabou o asfalto, e passamos a andar em estrada de terra. Alguns trechos eram bons e outros bem irregulares. Andamos no meio de fazendas de café e ranchos de gado. Uma paisagem bem bonita.













Logo no início da estrada de terra, cruzamos o rio S. Francisco e passamos por uma ponte. Aliás, ele nos acompanha por todo o passeio.




A primeira atração que visitamos foi a “Praia de Copacabana”, uma praia de cascalho no rio S. Francisco. Há várias praias desse tipo ao longo do rio.






Nossa intenção era conhecer algumas cachoeiras antes da principal (cachoeira Chinela e da Lavrinha) que ficavam fora do parque, mas como as estradas eram mal sinalizadas, o google maps que possuía as atrações gravadas perdeu o sinal do satélite e ficou doido, e ainda, porque o nosso GPS não tinha essas atrações acabamos não achando-as, e aí seguimos direto para o parque para ver a Cachoeira Casca d’Anta. No caminho passamos por um mirante que tinha uma linda vista de toda a chapada da serra da Canastra.




Chegamos à portaria 2 que dá acesso à Cachoeira Casca d’Anta, na sua parte baixa. Há também uma trilha de acesso à parte alta da cachoeira. Os carros ficam estacionados fora do parque, mas eles deixam idosos entrar com o carro até um pequeno estacionamento 1 km depois da portaria, com banheiros e área para piquenique.











A partir dali fizemos uma trilha de 700 metros até chegar na parte baixa da cachoeira, que é muito bonita. A trilha é bem boa, mas a acessibilidade não é das melhores. Na base da cachoeira há um laguinho que dá para tomar banho, mas é complicado chegar nele pois tem muitas pedras irregulares.













Depois da trilha nos sentamos na área de piquenique e comemos nosso lanche enquanto descansávamos para seguir para a próxima atração. Até avistamos um teju passeando por lá. E ouvimos muitos pássaros.





De lá partimos para a Cachoeira da Lavrinha, que fica em uma propriedade particular – fazenda Passaredo. Rodamos bastante até chegar lá!!! Pagamos R$ 10,00 por pessoa para entrar na área da cachoeira, rodamos mais 3 km até chegar ao estacionamento e ainda fizemos uma trilha de uns 2 km até a cachoeira. A trilha era bem complicada, com passagem de riacho, subidas e descidas e, ao final, chegamos a um paredão bem alto de onde escorria um fio de água – estava bem seca a cachoeira!!!
O lado positivo foi um companheiro beagle vira-lata que nos perseguiu o tempo todo na trilha...
















Desistimos de ir à última cachoeira, a da Chinela, pois já estávamos cansados, empoeirados e resolvemos partir direto para nosso hotel em S. Roque, o Chapadão da Canastra. O hotel é bem agradável, apesar de simples, mas atende muito bem às nossas necessidades e é confortável.




A noite fomos jantar no Restaurante Velho Chico, que segundo o TripAdvisor é o melhor daqui. De fato comemos uma Tilápia recheada com queijo canastra e arroz cremoso com alho e brócolis. Na sobremesa pedimos um Romeo & Julieta que eram bolas de sorvete de queijo canastra com molho de goiabada quente...muito bom!!!





Amanha vamos ver as atrações da parte alta do parque.




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