terça-feira, 1 de outubro de 2019

6⁰ Dia – 01 OUT – Deslocamento São Roque Minas - Araxá


Terminamos a parte aventura da viagem e seguimos para o momento “relax”. Isto é, saímos de S. Roque e fomos para Araxá onde ficaremos 3 noites hospedados no Tauá Grande Hotel descansando das trilhas.

Nós tínhamos 3 opções de estrada para o deslocamento de S. Roque até Araxá e todos 3 envolviam estrada de terra em maior ou menor proporção.

Na primeira seguiríamos por dentro do parque, entrando na Portaria 1 e saindo na Portaria 2, num percurso de 41 km, com grande parte das estradas em péssimo estado (média de 15/20 km/h). Ao sair do parque ainda haveria um trecho em terra até Tapira e a partir daí asfalto. Embora tendo menor distância, o tempo seria maior e o sofrimento então nem se fala.

A segunda opção era sair pela terra para o Norte a partir do hotel, por fora do Parque e dando a volta nele, indo até Tapira quando se pegaria o asfalto. Essa distância na terra seria de 84 km e quanto ao estado da estrada seria uma incógnita, contudo pelas informações ela seria menos ruim que a interna do Parque (média de 30/35 km/h).

Na terceira opção, que nós escolhemos, o percurso seria maior (total de 230 km), mas apenas 43 km de terra até pegar a MG-827 e a partir daí seria asfalto, passando em Bambuí e seguindo pela BR-354 e depois a BR-262 até Araxá. O trecho inicial de terra estava razoável, com as partes planas em melhor estado e as inclinações piores. Não dava para andar com velocidade maior do que 55 km/h (média 47 km/h). Mas a paisagem era bem bonita entre fazendas de café, ranchos de criação de gado, etc...











Paramos para almoçar num Posto Zema que tinha um restaurante bem bom – American Grill e comemos sanduiches de pernil e de bife bem gostosos. Aliás, depois que entramos na BR-262 encontramos todos os postos bons com apoio de boa qualidade.


Chegamos a Araxá por volta das 14:30 e fomos para nosso hotel que fica bem afastado da cidade, num local bem bonito com bastante vegetação e um laguinho. O hotel é antigo – foi inaugurado em 1944 por Getúlio Vargas – e bem imponente, mas já mostra as marcas do tempo e, por fora, está com bastante cara de velho. Precisa de uma revitalizada, para ficar com ar “vintage”, mas não velho, e com as modernidades necessárias ao conforto dos hóspedes.




Após o nosso check-in, como estava calor fomos refrescar na piscina que é de água semi-aquecida e bem agradável.






Depois fomos tomar um chá as 17:00 hs, previsto na programação, num enorme salão com pé direito muito alto.
  


Agora a noite teremos jantar temático (ainda não sabemos o tema) e depois Bingo Dançante (vai ser difícil esse bingo!!!).

Amanhã vamos conhecer os arredores do hotel, o parque e o complexo de águas termais.






2 comentários:

  1. Flávio dos Santos Chaves2 de outubro de 2019 às 13:56

    Aproveitem o retorno à civilização e ao conforto para recarregarem as baterias!
    Dançaram muito no Bingo?

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  2. Em dezembro de 1966 passei aí a minha Lua de Mel.Faz é tempo hein!

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