Terminamos a
parte aventura da viagem e seguimos para o momento “relax”. Isto é, saímos de
S. Roque e fomos para Araxá onde ficaremos 3 noites hospedados no Tauá Grande
Hotel descansando das trilhas.
Nós tínhamos 3
opções de estrada para o deslocamento de S. Roque até Araxá e todos 3 envolviam
estrada de terra em maior ou menor proporção.
Na primeira
seguiríamos por dentro do parque, entrando na Portaria 1 e saindo na Portaria
2, num percurso de 41 km, com grande parte das estradas em péssimo estado
(média de 15/20 km/h). Ao sair do parque ainda haveria um trecho em terra até
Tapira e a partir daí asfalto. Embora tendo menor distância, o tempo seria
maior e o sofrimento então nem se fala.
A segunda opção
era sair pela terra para o Norte a partir do hotel, por fora do Parque e dando
a volta nele, indo até Tapira quando se pegaria o asfalto. Essa distância na
terra seria de 84 km e quanto ao estado da estrada seria uma incógnita, contudo
pelas informações ela seria menos ruim que a interna do Parque (média de 30/35
km/h).
Na terceira
opção, que nós escolhemos, o percurso seria maior (total de 230 km), mas apenas
43 km de terra até pegar a MG-827 e a partir daí seria asfalto, passando em Bambuí
e seguindo pela BR-354 e depois a BR-262 até Araxá. O trecho inicial de terra
estava razoável, com as partes planas em melhor estado e as inclinações piores.
Não dava para andar com velocidade maior do que 55 km/h (média 47 km/h). Mas a
paisagem era bem bonita entre fazendas de café, ranchos de criação de gado, etc...
Paramos para
almoçar num Posto Zema que tinha um restaurante bem bom – American Grill e
comemos sanduiches de pernil e de bife bem gostosos. Aliás, depois que entramos
na BR-262 encontramos todos os postos bons com apoio de boa qualidade.
Chegamos a Araxá
por volta das 14:30 e fomos para nosso hotel que fica bem afastado da cidade,
num local bem bonito com bastante vegetação e um laguinho. O hotel é antigo –
foi inaugurado em 1944 por Getúlio Vargas – e bem imponente, mas já mostra as
marcas do tempo e, por fora, está com bastante cara de velho. Precisa de uma
revitalizada, para ficar com ar “vintage”, mas não velho, e com as modernidades
necessárias ao conforto dos hóspedes.
Após o nosso check-in, como estava
calor fomos refrescar na piscina que é de água semi-aquecida e bem agradável.
Depois
fomos tomar um chá as 17:00 hs, previsto na programação, num enorme salão com
pé direito muito alto.
Agora a noite
teremos jantar temático (ainda não sabemos o tema) e depois Bingo Dançante (vai
ser difícil esse bingo!!!).
Amanhã vamos
conhecer os arredores do hotel, o parque e o complexo de águas termais.





















Aproveitem o retorno à civilização e ao conforto para recarregarem as baterias!
ResponderExcluirDançaram muito no Bingo?
Em dezembro de 1966 passei aí a minha Lua de Mel.Faz é tempo hein!
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